Friday, December 01, 2006
Tuesday, November 28, 2006
Thursday, November 23, 2006
Friday, November 17, 2006
Divinópolis é do Galo. Atleticano até no carro, por João Henrique

Eu não gostaria de estar na série Especial, mas já que estávamos, agora eu quero ser campeão!!! Depois da ascensão à série A com o grito "VAMOS SUBIR GALÔÔÔÔ!", agora o novo grito da nação atleticana aqui em Divinópolis é "VAMO CÊ BI GALÔÔÔ!"... rumo ao Bi do Brasileiro. Gostaria muito de agradecer ao meu Pai (Sr. PIU), que graças à Deus me ensinou e me proporcionou a alegria de "SER ATLETICANO". Obrigado e saudações atleticanas.
João Henrique - Divinópolis-MG
Tuesday, November 14, 2006
Virada, matéria JN, série A, Roni na torcida, bares lotados e festa com o mascote! BH é do Galo. Equipe TV VSG!
Confira os gols entre Galo 3 X 2 Coritiba. Por Equipe TV VSG!
Quando tudo parecia perdido a torcida do Coritiba começou a cantar: "vamos subir coxaaaaa!!!" e a partir daí os jogadores do Galo iniciaram a virada. Esse grito já é marca registrada da torcida mais apaixonada do mundo!!!
Friday, November 10, 2006
No jogo da ascenção Paulinha faz a festa com integrantes da Galo Prates e Canetinha F.C. Por Edgard Bortoletto
QUARTA DE PRIMEIRA. Por Equipe TV VSG!
As nuvens eram negras naquele fatídico dia de novembro. Atônitos, 40 mil atleticanos cantavam emocionados o hino do clube, vendo onze garotos dobrar sob uma culpa que não era deles. Caíram lutando, correndo ao máximo. Todos esperavam um milagre! Eu não cantava o hino. Apenas chorava... Do olimpo, os Deuses do Futebol assistiam ao castigo. Castigo sim... Pelo descaso, pela omissão. Mas diante daquela cena, não puderam deixar de se comover. Não podiam mexer nas engrenagens do tempo e fazer tudo voltar. Mas permitiram que um espírito há muito distante, retornasse para honrar a tradição daquele glorioso manto alvinegro.
Nossos adversários riram, cantaram debochando de nossa nação, da verdadeira nação. Mas o canto deles não durou muito. Um ano que tinha tudo para ser deles, foi nosso! O Brasil redescobriu maravilhado, a força da MASSA, que se define sozinha!
Por NOSSA causa, outras torcidas foram para campo, numa tentativa frustrada de superar nossa paixão. As gazelas da enseada das garças assistiram atônitas a tudo isto. Engoliram seco o grito de deboche, porque quem debochava agora era a gente. Só saíram de sua insignificância quando se referiram ao glorioso ou ao seu séqüito de xiitas apaixonados. Nunca a força de um clube ficou tão evidente! Semana após semana, todos os noticiários de todos os canais, estampavam a foto da massa e os feitos de um time limitado, mas unido.
Um time que se superava! Esta é a força do espírito que voltou a dar vida ao manto alvinegro. Até aqueles que ainda devem um braço reconheceram. Paulistas, cariocas, gaúchos e baianos reconheceram. 2006 pode ter sido para alguns o ano da vergonha. Para mim, foi o ano mágico! O ano em que, como a fênix, voltamos das cinzas ainda mais fortes! Transformamos a poesia de Drumonnd, lindas palavras, em realidade! Torcemos contra o vento, que derrotado passou a soprar ao contrário... Lembram-se daquelas nuvens negras de novembro? Está indo embora. Meu orgulho de ser atleticano nunca foi tão grande!
Autor: desconhecido
Nossos adversários riram, cantaram debochando de nossa nação, da verdadeira nação. Mas o canto deles não durou muito. Um ano que tinha tudo para ser deles, foi nosso! O Brasil redescobriu maravilhado, a força da MASSA, que se define sozinha!
Por NOSSA causa, outras torcidas foram para campo, numa tentativa frustrada de superar nossa paixão. As gazelas da enseada das garças assistiram atônitas a tudo isto. Engoliram seco o grito de deboche, porque quem debochava agora era a gente. Só saíram de sua insignificância quando se referiram ao glorioso ou ao seu séqüito de xiitas apaixonados. Nunca a força de um clube ficou tão evidente! Semana após semana, todos os noticiários de todos os canais, estampavam a foto da massa e os feitos de um time limitado, mas unido.
Um time que se superava! Esta é a força do espírito que voltou a dar vida ao manto alvinegro. Até aqueles que ainda devem um braço reconheceram. Paulistas, cariocas, gaúchos e baianos reconheceram. 2006 pode ter sido para alguns o ano da vergonha. Para mim, foi o ano mágico! O ano em que, como a fênix, voltamos das cinzas ainda mais fortes! Transformamos a poesia de Drumonnd, lindas palavras, em realidade! Torcemos contra o vento, que derrotado passou a soprar ao contrário... Lembram-se daquelas nuvens negras de novembro? Está indo embora. Meu orgulho de ser atleticano nunca foi tão grande!
Autor: desconhecido
ATELTICANO DÁ EXEMPLOS DE PAIXÃO SEM LIMITE, por Equipe TV VSG!
Após receber três pontes de safena e se recuperar da anestesia geral na madrugada de ontem, o aposentado Geraldo da Cunha Diniz, 72, mostrou porque o coração ainda continuava a bater. Não quis saber de familiares ou do resultado da cirurgia. A primeira frase foi simples: “O Galo subiu?”. Sim, para a alegria do aposentado. Agora, o objetivo do Galo é ser campeão da Série B.
CORAÇÃO ALVINEGRO BATE MELHOR SAFENADO
A paixão do torcedor atleticano é algo ilimitado e que supera qualquer entendimento qualquer traço de racionalidade. Na madrugada de ontem, o aposentado Geraldo da Cunha Diniz, 72, protagonizou uma cena que deixou todo bloco cirúrgico do hospital Biocor de boaquiaberto por causa de seu amor pelo Atlético.
Com entupimento nas artérias do coração, Geraldo foi internado no início da semana para a colocação de três pontes de safena. Para desespero do aposentado, a cirurgia foi marcada para o horário da partida entre Atlético e São Raimundo, jogo que poderia definir a volta do alvinegro à primeira divisão.
“O Galo teve grande contribuição nesse problema que eu tive. Meu coração aguentou muita coisa pelo clube, mas a segunda divisão foi demais”, brincou o paciente, que mandou pendurar uma bandeira do clube em cima do seu leito para acelerar a recuperação no centro de terapia intensiva (CTI).
A cena que causou perplexidade em todos os enfermeiros e médicos que acompanhavam o paciente aconteceu na madrugada de ontem. Ao acordar da anestesia, quando todos esperavam alguma indagação sobre a cirurgia, Diniz perguntou se o Atlético havia conseguido a classificação à Série A.
“O coração não me importava muito, mas o Galo sim. A notícia foi tão boa que acho que acelerou minha recuperação, já que vou receber alta em breve”, afirmou o aposentado, que antes da operação tinha a previsão de alta somente no sábado.
Timee x coronárias
Sobre a queda do Atlético para a segunda divisão e a iminente subida à Série A, o aposentado faz uma comparação com o seu coração.
“O Atlético caiu e meu coração também deu uma caída. Agora, com a operação, ele está firme e forte, igual ao Galo que vai ser campeão”, declarou. Sempre de bom humor, seu Geraldo, como é chamado por todos, virou atração no CTI.
“Ele é muito tranquilo e não deu trabalho algum. Agora que o Atlético venceu ele está ainda mais feliz”, disse o enfermeiro César Ferreira. O clima ficou tão bom que a tensão sobre a cirurgia acabou e as piadas começaram a surgir sem parar. “Não gostei desse hospital. Todos os lençóis daqui são azul e branco”, disse às gargalhadas. Proibido pelos médicos de acompanhar os jogos no estádio, Geraldo vai seguir à risca as recomendações, porém, nem tanto. “Vou me recuperar e acompanhar os jogos pelo rádio e televisão".
Mas quando der para dar uma escapadinha eu vou estar nas arquibancadas”, brinca o paciente, que não comparece ao estádio há alguns anos por morar em Barão de Cocais.
*** Reportagem de Fernando Martins, extraído do jornal O TEMPO de 09 de novembro de 2006.
Para contrabalançar os lençóis azuis do hospital, seu Geraldo pediu aos familiares que pendurassem uma bandeira do Atlético em cima de sua cama no hospital.
CORAÇÃO ALVINEGRO BATE MELHOR SAFENADO
A paixão do torcedor atleticano é algo ilimitado e que supera qualquer entendimento qualquer traço de racionalidade. Na madrugada de ontem, o aposentado Geraldo da Cunha Diniz, 72, protagonizou uma cena que deixou todo bloco cirúrgico do hospital Biocor de boaquiaberto por causa de seu amor pelo Atlético.
Com entupimento nas artérias do coração, Geraldo foi internado no início da semana para a colocação de três pontes de safena. Para desespero do aposentado, a cirurgia foi marcada para o horário da partida entre Atlético e São Raimundo, jogo que poderia definir a volta do alvinegro à primeira divisão.
“O Galo teve grande contribuição nesse problema que eu tive. Meu coração aguentou muita coisa pelo clube, mas a segunda divisão foi demais”, brincou o paciente, que mandou pendurar uma bandeira do clube em cima do seu leito para acelerar a recuperação no centro de terapia intensiva (CTI).
A cena que causou perplexidade em todos os enfermeiros e médicos que acompanhavam o paciente aconteceu na madrugada de ontem. Ao acordar da anestesia, quando todos esperavam alguma indagação sobre a cirurgia, Diniz perguntou se o Atlético havia conseguido a classificação à Série A.
“O coração não me importava muito, mas o Galo sim. A notícia foi tão boa que acho que acelerou minha recuperação, já que vou receber alta em breve”, afirmou o aposentado, que antes da operação tinha a previsão de alta somente no sábado.
Timee x coronárias
Sobre a queda do Atlético para a segunda divisão e a iminente subida à Série A, o aposentado faz uma comparação com o seu coração.
“O Atlético caiu e meu coração também deu uma caída. Agora, com a operação, ele está firme e forte, igual ao Galo que vai ser campeão”, declarou. Sempre de bom humor, seu Geraldo, como é chamado por todos, virou atração no CTI.
“Ele é muito tranquilo e não deu trabalho algum. Agora que o Atlético venceu ele está ainda mais feliz”, disse o enfermeiro César Ferreira. O clima ficou tão bom que a tensão sobre a cirurgia acabou e as piadas começaram a surgir sem parar. “Não gostei desse hospital. Todos os lençóis daqui são azul e branco”, disse às gargalhadas. Proibido pelos médicos de acompanhar os jogos no estádio, Geraldo vai seguir à risca as recomendações, porém, nem tanto. “Vou me recuperar e acompanhar os jogos pelo rádio e televisão".
Mas quando der para dar uma escapadinha eu vou estar nas arquibancadas”, brinca o paciente, que não comparece ao estádio há alguns anos por morar em Barão de Cocais.
*** Reportagem de Fernando Martins, extraído do jornal O TEMPO de 09 de novembro de 2006.
Para contrabalançar os lençóis azuis do hospital, seu Geraldo pediu aos familiares que pendurassem uma bandeira do Atlético em cima de sua cama no hospital.
Foto: O Galo pelo mundo!!! Por Andreson Lopes


Mesmo a distância, estou aqui no Chile mandando todas as minhas energias para este Clube que amo de coração. Onde quer esteja , levo o meu manto sagrado comigo para mostrar ao mundo a grandeza do CLUBE ATLETICO MINEIRO.
A segunda foto , estou em La Bombonera , na sala de troféus do Boca Juniors... realmente é a união dos clubes que possuem as torcidas mais vibrantes do planeta.
Wednesday, November 08, 2006
Fotos: Contribuição da Galoucura para o site, por Arcebispo





Bandeiras e Faixas de algumas Organizadas do Galo no gramado do Mineirão e uma chuva de papéis picados.
Árvore do Galo: Até a natureza demonstra com orgulho o seu fascínio pelo Galo.
Galoucura na Copa 2006: Léo Tito (Léo Gato) na Copa do Mundo 2006 na Alemanha.
Paul Stanley com o Manto Sagrado. Show histórico do Kiss em BH, no estádio do Mineirão em 1983.
Marcando presença nos EUA. Galo até debaixo da neve.

















































